COP-15 Copenhague
Data: 7 a 18 de Dezembro de 2009
Local: Copenhague, Dinamarca
A COP-15 Conferência das Partes das Nações Unidas ocorrerá entre os dias 7 e 18 de Dezembro na capital dinamarquesa. Será a ocasião dos governos locais terem suas reivindicações atendidas e estarem inseridos no acordo Pós-2012.
Acesse nossa página para maiores informações. Consulte também o site oficial da COP 15.
Local: Copenhague, Dinamarca
A COP-15 Conferência das Partes das Nações Unidas ocorrerá entre os dias 7 e 18 de Dezembro na capital dinamarquesa. Será a ocasião dos governos locais terem suas reivindicações atendidas e estarem inseridos no acordo Pós-2012.
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Vice-Prefeita de Barcelona saúda reconhecimento crescente dos governos locais durante os Debates sobre o Clima de Barcelona
Barcelona, Espanha
Quinta-feira, 5 de novembro, 2009
A Vice-Prefeita de Barcelona, Imma Mayol, saudou hoje o reconhecimento crescente de autoridades locais no encontro sobre Mudanças Climáticas ocorrido em Barcelona nesta semana.
Mayol apontou para a posição adotada pela União Européia há duas semanas, em Luxemburgo, que: “Destaca o papel que autoridades locais terão na execução de medidas de mitigação e adaptação e apela para o reconhecimento deste papel no Acordo em Copenhague”. (1)
“Diversos governos locais e regionais têm, já por vários anos, ido de encontro a metas de emissão acima dos níveis que estão sendo discutidos no caminho para Copenhague”, disse Mayol. “O atual reconhecimento do papel que governos locais e regionais devem executar em conjunto com governos nacionais para combater a mudança climática já deveria ter ocorrido há muito tempo”.
Os comentários de Mayol foram fortemente apoiados por Klaus Bondam, Vice-Prefeito de Copenhague, que acrescentou que foi uma decisão importante o fato da União Européia ter decidido trabalhar junto aos interesses de governos locais nas negociações. Uma posição semelhante foi também proposta aos Debates sobre o Clima de Barcelona pelo Grupo de Integridade Ambiental constituído por México, Mônaco, Liechtenstein, Coréia do Sul e Suíça, que: “reconhece o papel, realizações e potencial das cidades nas ações relacionadas as mudanças climáticas”. (2)
Gino Van Begin, Secretário Adjunto do ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade, também destacou que a Austrália e um número crescente de países da América Latina e África Sub-Saariana estão igualmente caminhando na mesma direção. “Enquanto Copenhague se aproxima tem se tornado aparente que autoridades locais e regionais são uma parte integral da solução para as mudanças climáticas”, disse Van Begin. “Setenta e três por cento das emissões do mundo são produzidas em áreas urbanizadas – faz todo sentido que cidades se unam a governos nacionais no processo de mitigação”.
Desde 1990, cidades têm tomado ações voluntárias para combater as mudanças climáticas. Agora, elas estão dando um passo à frente ao se comprometerem com metas ambiciosas: uma redução global nas emissões de gases do efeito estufa em 60% em relação aos níveis de 1990 até 2050, com cidades industrializadas se comprometendo a reduções de 80% em relação ao mesmo período, sendo parte do “Acordo Climático Mundial de Prefeitos e Governos Locais”.
“Governos locais tem sido há tempo os grandes líderes da luta contra as mudanças climáticas”, disse Ronan Dantec, Vice-Prefeito de Nates, na França, e falando em nome das Cidades e Governos Locais Unidos (CGLU) sediados em Barcelona e também como membro da parceria do Mapa do Caminho dos Governos Locais pelo Clima (Local Governments Climate Roadmap). “O planeta não pode ser salvo sem os governos locais”, concluiu Dantec.
O Mapa do Caminho dos Governos Locais espelha-se no Mapa do Caminho do Clima da ONU iniciado durante os Debates sobre Mudanças Climáticas da UNFCCC de Bali em Dezembro de 2007. Esse processo é facilitado pelo ICLEI e inclui além do ICLEI, CGLU, o Grupo C-40 de Liderança Climática, o Conselho Mundial de Prefeitos sobre Mudanças Climáticas e Metropolis.
O ICLEI atua como Órgão Consultivo da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas, representando os governos locais. O ICLEI irá sediar e facilitar o Lounge dos Governos Locais no prédio da Conferência da ONU COP15 em Copenhague. (www.iclei.org/climate-roadmap/cop15)
Debates sobre o clima da UNFCCC em Bangkok, Tailândia
Debates de Bangkok
Data: 28 de setembro a 9 de outubro de 2009
Local:Bangkok, Tailândia
Se as nações não quiserem falhar em Copenhague, elas precisam aumentar sua ambição em mitigação climática e trabalhar em conjunto com outros níveis de governo.
O esforço dos governos locais na defesa de seu reconhecimento como parceiros essenciais às Partes no próximo acordo climático global provou ser de sucesso durante os debates sobre mudanças climáticas ocorridos na Tailândia (Bangkok Climate Talks) entre os dias 28 de setembro e 9 de Outubro de 2009, apesar do receio de uma ruptura do consenso global conquistado em Bali em 2007.
Bangkok, Tailândia, Sexta-feira, 9 de outubro – “Ações verdadeiramente efetivas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas devem incluir a participação de autoridades locais em um acordo pós 2012 a ser efetivado na Conferência das Partes em Copenhague COP 15” afirmaram, conjuntamente, o ICLEI (Governos Locais pela Sustentabilidade) e o CGLU (Cidades e Governos Locais Unidos) em Bangkok, durante os debates sobre o clima da UNFCCC.
Nas discussões sobre mudanças climáticas da ONU em Bangkok, países em desenvolvimento levantaram preocupações sérias de que países desenvolvidos pretendem finalizar o Protocolo de Quioto sem um comprometimento com metas de redução de emissão ambiciosas para o período pós 2012.
“Parece-nos que existe uma percepção nas negociações atuais de que uma grande ambição para reduzir as emissões em um curto e médio prazo, em particular nos países do Anexo 1 do Protocolo de Quioto, talvez não seja realista ou atingível” disse Gino Van Begin, Secretário Executivo do ICLEI, durante o evento da ONU, em Bangkok.
No entanto, desde 1990, ações locais voluntárias nesses países e em países em desenvolvimento mostraram que uma redução considerável das emissões é possível de ser alcançada nos setores de construção, transporte, resíduos, energia e na forma como planejamos nossa área urbana. Ao mesmo tempo, milhares de cidades e governos locais localizados em particular nas nações do anexo I estão comprometidos com uma ambiciosa meta de redução até 2020, 2030 e 2050.
“Cidades e governos locais nos países do Anexo I podem, desse modo, apoiar com sucesso seus países no cumprimento de novos compromissos internacionais vinculativos no período pós-2012. Em troca, o novo regime climático deve criar condições técnicas e
de financiamento favoráveis para utilizar o potencial total das cidades e governos locais principalmente no tocante à mitigação”, disse Gino Van Begin.
“É positivo notar que desde Bali, países desenvolvidos e em desenvolvimento reconheceram a importância da parceria entre todos os níveis de governo. Estamos encorajados pelo fato de que as atuais propostas de negociação de um elevado número de Partes partilham dessa visão. Acreditamos que essa
visão está ajudando a construir a confiança necessária entre as Partes a caminho de
Copenhague”, disse Gino Van Begin.
“Não é possível salvar o planeta sem a mobilização e a participação das cidades e dos governos locais”, disse Ronan Dantec, vice-prefeito de Nantes, falando em nome da Cidades e Governos Locais Unidos (CGLU) e membro do Mapa do Caminho dos Governos locais pelo Clima.
“O modo como as pessoas se locomovem, aquecem-se e constroem, é principalmente determinado pelas decisões das autoridades locais. 50% da população mundial vive em cidades e consome 73% da energia do globo. Teríamos que ser céticos demais para não incluir o papel dos governos locais no texto final do encontro em Copenhague”.
“Há 15 anos as cidades têm assumido, voluntariamente, ações de combate às mudanças climáticas. Agora elas estão dando um passo à frente ao comprometerem-se com metas ambiciosas: redução de 60%, até 2050, da emissão mundial de gases do efeito estufa (GEE), sendo que países industrializados devem se comprometer com redução de 80% dos GEEs, ambas estimativas com base nos níveis de 1990, como parte do Acordo Mundial de Prefeitos e Governos Locais pelo Clima”, afirmou Ronan Dantec.
“Cidades e governos locais provaram ser pioneiros em ações pelo clima. Eles trabalham há tempos para mitigar as emissões, apesar do Protocolo de Quioto não mencionar o papel dos governos locais” enfatizou Dantec.
O processo do Mapa do Caminho dos Governos Locais espelha o “Mapa do Caminho da ONU pelo Clima” iniciado durante as discussões sobre mudanças climáticas da Conferência da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC) em Bali em dezembro de 2007. O processo é facilitado pelo ICLEI e inclui além do ICLEI, a CGLU, o Grupo C40 de liderança em questões climáticas, o Conselho Mundial de Prefeitos sobre Mudanças Climáticas e o Metropolis.
O ICLEI atua como representante de Governos Locais e Autoridades Municipais no âmbito da UNFCCC. A organização será anfitriã e facilitará o Lounge dos Governos Locais pelo Clima durante a 15ª Conferência das Partes da ONU, em Copenhague. (www.climate-lounge.org).
Data: 28 de setembro a 9 de outubro de 2009
Local:Bangkok, Tailândia
Se as nações não quiserem falhar em Copenhague, elas precisam aumentar sua ambição em mitigação climática e trabalhar em conjunto com outros níveis de governo.
O esforço dos governos locais na defesa de seu reconhecimento como parceiros essenciais às Partes no próximo acordo climático global provou ser de sucesso durante os debates sobre mudanças climáticas ocorridos na Tailândia (Bangkok Climate Talks) entre os dias 28 de setembro e 9 de Outubro de 2009, apesar do receio de uma ruptura do consenso global conquistado em Bali em 2007.
Bangkok, Tailândia, Sexta-feira, 9 de outubro – “Ações verdadeiramente efetivas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas devem incluir a participação de autoridades locais em um acordo pós 2012 a ser efetivado na Conferência das Partes em Copenhague COP 15” afirmaram, conjuntamente, o ICLEI (Governos Locais pela Sustentabilidade) e o CGLU (Cidades e Governos Locais Unidos) em Bangkok, durante os debates sobre o clima da UNFCCC.
Nas discussões sobre mudanças climáticas da ONU em Bangkok, países em desenvolvimento levantaram preocupações sérias de que países desenvolvidos pretendem finalizar o Protocolo de Quioto sem um comprometimento com metas de redução de emissão ambiciosas para o período pós 2012.
“Parece-nos que existe uma percepção nas negociações atuais de que uma grande ambição para reduzir as emissões em um curto e médio prazo, em particular nos países do Anexo 1 do Protocolo de Quioto, talvez não seja realista ou atingível” disse Gino Van Begin, Secretário Executivo do ICLEI, durante o evento da ONU, em Bangkok.
No entanto, desde 1990, ações locais voluntárias nesses países e em países em desenvolvimento mostraram que uma redução considerável das emissões é possível de ser alcançada nos setores de construção, transporte, resíduos, energia e na forma como planejamos nossa área urbana. Ao mesmo tempo, milhares de cidades e governos locais localizados em particular nas nações do anexo I estão comprometidos com uma ambiciosa meta de redução até 2020, 2030 e 2050.
“Cidades e governos locais nos países do Anexo I podem, desse modo, apoiar com sucesso seus países no cumprimento de novos compromissos internacionais vinculativos no período pós-2012. Em troca, o novo regime climático deve criar condições técnicas e
de financiamento favoráveis para utilizar o potencial total das cidades e governos locais principalmente no tocante à mitigação”, disse Gino Van Begin.
“É positivo notar que desde Bali, países desenvolvidos e em desenvolvimento reconheceram a importância da parceria entre todos os níveis de governo. Estamos encorajados pelo fato de que as atuais propostas de negociação de um elevado número de Partes partilham dessa visão. Acreditamos que essa
visão está ajudando a construir a confiança necessária entre as Partes a caminho de
Copenhague”, disse Gino Van Begin.
“Não é possível salvar o planeta sem a mobilização e a participação das cidades e dos governos locais”, disse Ronan Dantec, vice-prefeito de Nantes, falando em nome da Cidades e Governos Locais Unidos (CGLU) e membro do Mapa do Caminho dos Governos locais pelo Clima.
“O modo como as pessoas se locomovem, aquecem-se e constroem, é principalmente determinado pelas decisões das autoridades locais. 50% da população mundial vive em cidades e consome 73% da energia do globo. Teríamos que ser céticos demais para não incluir o papel dos governos locais no texto final do encontro em Copenhague”.
“Há 15 anos as cidades têm assumido, voluntariamente, ações de combate às mudanças climáticas. Agora elas estão dando um passo à frente ao comprometerem-se com metas ambiciosas: redução de 60%, até 2050, da emissão mundial de gases do efeito estufa (GEE), sendo que países industrializados devem se comprometer com redução de 80% dos GEEs, ambas estimativas com base nos níveis de 1990, como parte do Acordo Mundial de Prefeitos e Governos Locais pelo Clima”, afirmou Ronan Dantec.
“Cidades e governos locais provaram ser pioneiros em ações pelo clima. Eles trabalham há tempos para mitigar as emissões, apesar do Protocolo de Quioto não mencionar o papel dos governos locais” enfatizou Dantec.
O processo do Mapa do Caminho dos Governos Locais espelha o “Mapa do Caminho da ONU pelo Clima” iniciado durante as discussões sobre mudanças climáticas da Conferência da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC) em Bali em dezembro de 2007. O processo é facilitado pelo ICLEI e inclui além do ICLEI, a CGLU, o Grupo C40 de liderança em questões climáticas, o Conselho Mundial de Prefeitos sobre Mudanças Climáticas e o Metropolis.
O ICLEI atua como representante de Governos Locais e Autoridades Municipais no âmbito da UNFCCC. A organização será anfitriã e facilitará o Lounge dos Governos Locais pelo Clima durante a 15ª Conferência das Partes da ONU, em Copenhague. (www.climate-lounge.org).
Encontro de Lideranças Locais sobre Mudanças Climáticas
Data: 2 a 4 de Junho de 2009
Local: Copenhague, Dinamarca
Copenhagen recebeu o “Encontro de Lideranças Locais sobre Mudanças Climáticas” entre os dias 2 e 4 de junho de 2009. Governos locais de todo mundo debateram sobre seu papel na elaboração do novo Acordo Internacional sobre Mudanças Climáticas, que estará vigente a partir de 2012 e sucederá o Protocolo de Kyoto.
Os governos locais presentes buscaram aumentar seus engajamentos para combater as conseqüências das mudanças climáticas. Apresentaram, também, medidas que já tenham tomado e os sucessos atingidos em temas relacionados às mudanças climáticas.
As organizações de governos locais irão pedir aos governos nacionais para incluírem no Acordo Pós-2012 sobre Mudanças Climáticas, a ser adotado em Copenhague, em dezembro, uma referência ao papel dos governos locais no combate às mudanças climáticas.
Para maiores informações visite o site do evento: http://www.kl.dk/ncms.aspx?id=90e67c3c-ec12-40e7-b410-d69a2d4a819e
Local: Copenhague, Dinamarca
Copenhagen recebeu o “Encontro de Lideranças Locais sobre Mudanças Climáticas” entre os dias 2 e 4 de junho de 2009. Governos locais de todo mundo debateram sobre seu papel na elaboração do novo Acordo Internacional sobre Mudanças Climáticas, que estará vigente a partir de 2012 e sucederá o Protocolo de Kyoto.
Os governos locais presentes buscaram aumentar seus engajamentos para combater as conseqüências das mudanças climáticas. Apresentaram, também, medidas que já tenham tomado e os sucessos atingidos em temas relacionados às mudanças climáticas.
As organizações de governos locais irão pedir aos governos nacionais para incluírem no Acordo Pós-2012 sobre Mudanças Climáticas, a ser adotado em Copenhague, em dezembro, uma referência ao papel dos governos locais no combate às mudanças climáticas.
Para maiores informações visite o site do evento: http://www.kl.dk/ncms.aspx?id=90e67c3c-ec12-40e7-b410-d69a2d4a819e
I Jornada Brasileira sobre Mudanças Climáticas e Consumo Sustentável
Data: 18-20 de maio de 2009
Local: Brasília, DF
O ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade, Secretariado para América Latina e Caribe (LACS) juntamente com seus parceiros e apoiadores, a ANAMMA - Associação Nacional de Órgãos Municipais do Meio Ambiente, CNM - Confederação Nacional de Municípios e o GVces – Centro de Estudo em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas, convidaram técnicos de governo, tomadores de decisão, e demais atores relevantes para um encontro de lideranças no tema de mudanças climáticas no Brasil.
O encontro liderado pelo ICLEI-LACS, com o apoio financeiro da União Européia (EuropeAid) e da Embaixada Britânica no Brasil, reuniu expoentes nacionais e internacionais para falar sobre o estado da arte em mudanças climáticas e seus impactos para as cidades brasileiras, assim como a atual situação das negociações políticas internacionais. Foram ainda apresentadas as ações dos governos estaduais e municipais na liderança da proteção ao clima [Leia mais]
Local: Brasília, DF
O ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade, Secretariado para América Latina e Caribe (LACS) juntamente com seus parceiros e apoiadores, a ANAMMA - Associação Nacional de Órgãos Municipais do Meio Ambiente, CNM - Confederação Nacional de Municípios e o GVces – Centro de Estudo em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas, convidaram técnicos de governo, tomadores de decisão, e demais atores relevantes para um encontro de lideranças no tema de mudanças climáticas no Brasil.
O encontro liderado pelo ICLEI-LACS, com o apoio financeiro da União Européia (EuropeAid) e da Embaixada Britânica no Brasil, reuniu expoentes nacionais e internacionais para falar sobre o estado da arte em mudanças climáticas e seus impactos para as cidades brasileiras, assim como a atual situação das negociações políticas internacionais. Foram ainda apresentadas as ações dos governos estaduais e municipais na liderança da proteção ao clima [Leia mais]



