Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da cidade de São Paulo implanta o uso de serviço de bicicletas
Combinando ganhos econômicos e ambientais, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Cidade de São Paulo (SVMA) passou por um processo pioneiro ao contratar um serviço de bicicletas para entregas. O serviço é terceirizado e os entregadores, carinhosamente apelidados de “bikeboys”, fazem principalmente e prioritariamente entregas rápidas de documentos internos e pequenos volumes entre órgãos municipais com sede no centro da cidade. Este serviço é regulamentado de acordo com o Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) e os “bikeboys” fazem uso de equipamentos de segurança e crachá de identificação com foto.
Implantar o uso deste serviço não foi fácil, como explica Meire Fonseca, Assistente de Gestão de Políticas Públicas da SVMA, “Empresas que trabalham com serviço de motoboys normalmente não possuem documentação para o serviço de bicicletas”. De acordo com ela, a primeira licitação aberta não foi bem sucedida exatamente porque a única empresa interessada não possuía a devida documentação. A escassez de empresas que oferecem o serviço seguiu sendo uma questão e a Secretaria só conseguiu efetuar a contratação através de uma segunda licitação, na qual duas empresas apresentaram a documentação necessária.
A SVMA teve que enfrentar ainda o descontentamento de motoboys, que entraram com uma representação contra esta contratação alegando que eram os únicos autorizados a fazer serviços de entrega. No entanto, esta representação não ofereceu problemas à Secretaria, uma vez que a licitação era clara ao prever especificamente a contratação de um serviço de bicicletas, enquanto veículos não motorizados. A contratação contava ainda com o apoio de arcabouço legal: o Decreto 45.959/05, que criou o Comitê Municipal sobre Mudanças Climáticas e Ecoeconomia Sustentável, previa entre os itens de seu artigo 2°, o incentivo ao transporte não motorizado.
Os benefícios advindos do uso deste serviço são inúmeros, e não apenas ambientais, mas também financeiros: são economizados recursos com veículos; são otimizados os deslocamentos de curta distância, diminuindo-se o tempo gasto pelo tráfego intenso e os gastos com estacionamento ou zona azul; é um serviço mais barato do que o oferecido por motociclistas; acalmam-se ambientes já saturados; diminui-se a poluição do ar, visual e sonora, e é uma colaboração para mitigação de mudanças climáticas e para o desenvolvimento sustentável.
Esta foi uma iniciativa muita bem sucedida e, de acordo com a SVMA, já abriu espaço para novos desdobramentos; recentemente foi implantado no Parque Natural um sistema de vigilância com o uso de motocicleta elétrica, uma maneira de diminuir a poluição sonora e do ar.
Implantar o uso deste serviço não foi fácil, como explica Meire Fonseca, Assistente de Gestão de Políticas Públicas da SVMA, “Empresas que trabalham com serviço de motoboys normalmente não possuem documentação para o serviço de bicicletas”. De acordo com ela, a primeira licitação aberta não foi bem sucedida exatamente porque a única empresa interessada não possuía a devida documentação. A escassez de empresas que oferecem o serviço seguiu sendo uma questão e a Secretaria só conseguiu efetuar a contratação através de uma segunda licitação, na qual duas empresas apresentaram a documentação necessária.
A SVMA teve que enfrentar ainda o descontentamento de motoboys, que entraram com uma representação contra esta contratação alegando que eram os únicos autorizados a fazer serviços de entrega. No entanto, esta representação não ofereceu problemas à Secretaria, uma vez que a licitação era clara ao prever especificamente a contratação de um serviço de bicicletas, enquanto veículos não motorizados. A contratação contava ainda com o apoio de arcabouço legal: o Decreto 45.959/05, que criou o Comitê Municipal sobre Mudanças Climáticas e Ecoeconomia Sustentável, previa entre os itens de seu artigo 2°, o incentivo ao transporte não motorizado.
Os benefícios advindos do uso deste serviço são inúmeros, e não apenas ambientais, mas também financeiros: são economizados recursos com veículos; são otimizados os deslocamentos de curta distância, diminuindo-se o tempo gasto pelo tráfego intenso e os gastos com estacionamento ou zona azul; é um serviço mais barato do que o oferecido por motociclistas; acalmam-se ambientes já saturados; diminui-se a poluição do ar, visual e sonora, e é uma colaboração para mitigação de mudanças climáticas e para o desenvolvimento sustentável.
Esta foi uma iniciativa muita bem sucedida e, de acordo com a SVMA, já abriu espaço para novos desdobramentos; recentemente foi implantado no Parque Natural um sistema de vigilância com o uso de motocicleta elétrica, uma maneira de diminuir a poluição sonora e do ar.


