O estado de Minas Gerais completa todas as fases da Metodologia de Compras Públicas Sustentáveis.
É com enorme satisfação que anunciamos que um dos governos-piloto do projeto, CPS-Brasil completou todas as fases da metodologia de compras públicas sustentáveis do ICLEI! O estado de Minas Gerais, participante do projeto tem demonstrado grande iniciativa para implementar critérios de sustentabilidade em sua estrutura administrativa.
Com a metodologia de Compras Públicas Sustentáveis pretende-se destacar a importância do processo de licitação sustentável, que inclui ferramentas de medição de desempenho, permitindo a sua comparação e a busca por melhorias contínuas.
A metodologia adotada pelos participantes do projeto inclui as seguintes fases: mapeamento/perfil de compras do governo, seleção de produtos a serem focados durante o projeto, levantamento de alternativas para estes produtos no mercado, inventário dos produtos selecionados, inclusão das alternativas sustentáveis no pregão/catalôgo, compra das alternativas e um segundo inventário que avalia o desenpenho dos governos. (Leia matéria na página 6 para entender melhor a metodologia).
O estado de Minas selecionou em torno de 20 produtos a serem estudados na fase de levantamento de alternativas sustentáveis. Esta pesquisa feita pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (GVces) estuda produtos mais sustentáveis no mercado. Entre os produtos estudados estavam asfalto, materiais e equipamento de escritório. O segundo inventário do estado demonstra que o governo considerou vários critérios sustentáveis em suas compras em 2008. Por exemplo, foram comprados mais de 14 mil computadores com monitores LCD que apresenta uma grande economia em energia para a administração. O estado também efetuou compras de produtos como válvulas de descarga, torneiras e bacias sanitárias que apresentasse uma redução de consumo de água.
Com os resultados da implementação desta metodologia, espera-se que os governos participantes compartilhem experiências, facilitando a introdução das compras públicas sustentáveis nestas administrações. Além disso, almeja-se que os governos-piloto sirvam como referência para que outros governos regionais os sigam, levando eventualmente à redução da pressão sobre recursos naturais e ecossistemas, e protegendo ainda os bens comuns globais.
Com a metodologia de Compras Públicas Sustentáveis pretende-se destacar a importância do processo de licitação sustentável, que inclui ferramentas de medição de desempenho, permitindo a sua comparação e a busca por melhorias contínuas.
A metodologia adotada pelos participantes do projeto inclui as seguintes fases: mapeamento/perfil de compras do governo, seleção de produtos a serem focados durante o projeto, levantamento de alternativas para estes produtos no mercado, inventário dos produtos selecionados, inclusão das alternativas sustentáveis no pregão/catalôgo, compra das alternativas e um segundo inventário que avalia o desenpenho dos governos. (Leia matéria na página 6 para entender melhor a metodologia).
O estado de Minas selecionou em torno de 20 produtos a serem estudados na fase de levantamento de alternativas sustentáveis. Esta pesquisa feita pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (GVces) estuda produtos mais sustentáveis no mercado. Entre os produtos estudados estavam asfalto, materiais e equipamento de escritório. O segundo inventário do estado demonstra que o governo considerou vários critérios sustentáveis em suas compras em 2008. Por exemplo, foram comprados mais de 14 mil computadores com monitores LCD que apresenta uma grande economia em energia para a administração. O estado também efetuou compras de produtos como válvulas de descarga, torneiras e bacias sanitárias que apresentasse uma redução de consumo de água.
Com os resultados da implementação desta metodologia, espera-se que os governos participantes compartilhem experiências, facilitando a introdução das compras públicas sustentáveis nestas administrações. Além disso, almeja-se que os governos-piloto sirvam como referência para que outros governos regionais os sigam, levando eventualmente à redução da pressão sobre recursos naturais e ecossistemas, e protegendo ainda os bens comuns globais.

