Conselho Fiscal - ICLEI SAMS
Patricia Kranz
Conselheira Fiscal
Patricia Kranz é consultora em gestão de projetos participativos voltados para o desenvolvimento sustentável, a Agenda 21 Local e a criação de metodologias de capacitação, planejamento, monitoramento e avaliação. Com foco em estratégias de comunicação, cria e desenvolve conceitos e conteúdo de apoio a ações nas áreas ambiental e social.
Militante ambientalista desde o início dos anos 80, a carioca Patricia Kranz publicou pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro (SMAC), em 1995, a primeira versão do ”Pequeno Guia para a Agenda 21 Local”. Nessa época, foi ainda membro fundador da Comissão Pró-Agenda 21 Local do Rio de Janeiro.
Ainda na SMAC organizou os primeiros eventos relacionados à Agenda 21 Local da cidade do Rio de Janeiro além de, posteriormente, ter trabalhado como consultora no desenvolvimento da metodologia de trabalho desta cidade.
Patricia também trabalhou durante cinco anos com o International Council for Local Environmental Initiatives (ICLEI) no Programa da Agenda 21 Local, coordenando a execução dos projetos da organização no Brasil e atuando como presidente do ICLEI-Brasil (2004-2006). Permanece ligada à organização como consultora associada.
Pesquisou processos de gestão participativa na Dinamarca (1994) e trabalhou junto à GOAL (2002), organização humanitária irlandesa em Angola. Trabalhou em diversas ocasiões junto ao Ministério de Meio Ambiente (1997, 2003 e 2006). Atualmente, presta consultoria a empresas, instituições e municípios para a implantação de processos participativos voltados para a sustentabilidade.
Conselheira Fiscal
Patricia Kranz é consultora em gestão de projetos participativos voltados para o desenvolvimento sustentável, a Agenda 21 Local e a criação de metodologias de capacitação, planejamento, monitoramento e avaliação. Com foco em estratégias de comunicação, cria e desenvolve conceitos e conteúdo de apoio a ações nas áreas ambiental e social.
Militante ambientalista desde o início dos anos 80, a carioca Patricia Kranz publicou pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro (SMAC), em 1995, a primeira versão do ”Pequeno Guia para a Agenda 21 Local”. Nessa época, foi ainda membro fundador da Comissão Pró-Agenda 21 Local do Rio de Janeiro.
Ainda na SMAC organizou os primeiros eventos relacionados à Agenda 21 Local da cidade do Rio de Janeiro além de, posteriormente, ter trabalhado como consultora no desenvolvimento da metodologia de trabalho desta cidade.
Patricia também trabalhou durante cinco anos com o International Council for Local Environmental Initiatives (ICLEI) no Programa da Agenda 21 Local, coordenando a execução dos projetos da organização no Brasil e atuando como presidente do ICLEI-Brasil (2004-2006). Permanece ligada à organização como consultora associada.
Pesquisou processos de gestão participativa na Dinamarca (1994) e trabalhou junto à GOAL (2002), organização humanitária irlandesa em Angola. Trabalhou em diversas ocasiões junto ao Ministério de Meio Ambiente (1997, 2003 e 2006). Atualmente, presta consultoria a empresas, instituições e municípios para a implantação de processos participativos voltados para a sustentabilidade.
Marco A. Fujihara
Conselheiro Fiscal
Engenheiro Agrônomo. Com mais de 30 anos de experiência no setor florestal, desenvolve projetos de qualificação empresarial nos parâmetros preconizados por Kyoto desde 1998 para os setores energéticos e de base florestal como Siderúrgico de papel e celulose, etc...
Tem avaliado projetos na área de economia de recursos naturais para o World Bank e para a ITTO - International Timber Tropical Organization. Foi coordenador de Produtos Florestais do Mercosul, Superintendente da Sociedade Brasileira de Silvicultura, Coordenador de Recursos Naturais da Bracelpa: Associação Nacional de Fabricantes de papel e celulose, e Diretor de Recursos Naturais Renováveis do IBAMA em Brasília. Além de ter atuado profissionalmente em várias empresas. Possui cursos de extensão Universitária em Economia das Empresas Agrícolas e Florestais, Política e Estratégia e, finalmente, em Climate Change realizado pela Havard University. Atua no IPCC desde 2002 como revisor de WG 2; Conselheiro do CDP - Carbon Disclosure Project; Conselheiro do CIF - Climate Investment Fund e Gestor do Fundo Brasil Sustentabilidade do Programa de Desenvolvimento Limpo do BNDES.
Foi Diretor de Sustentabilidade da PricewaterhouseCoopers no Brasil com atuação na América Latina. Atualmente é diretor do Instituto Totum, da Keyassociados e WayCarbon, com foco específico em Carbon Finance e Sustentabilidade empresarial.
Conselheiro Fiscal
Engenheiro Agrônomo. Com mais de 30 anos de experiência no setor florestal, desenvolve projetos de qualificação empresarial nos parâmetros preconizados por Kyoto desde 1998 para os setores energéticos e de base florestal como Siderúrgico de papel e celulose, etc...
Tem avaliado projetos na área de economia de recursos naturais para o World Bank e para a ITTO - International Timber Tropical Organization. Foi coordenador de Produtos Florestais do Mercosul, Superintendente da Sociedade Brasileira de Silvicultura, Coordenador de Recursos Naturais da Bracelpa: Associação Nacional de Fabricantes de papel e celulose, e Diretor de Recursos Naturais Renováveis do IBAMA em Brasília. Além de ter atuado profissionalmente em várias empresas. Possui cursos de extensão Universitária em Economia das Empresas Agrícolas e Florestais, Política e Estratégia e, finalmente, em Climate Change realizado pela Havard University. Atua no IPCC desde 2002 como revisor de WG 2; Conselheiro do CDP - Carbon Disclosure Project; Conselheiro do CIF - Climate Investment Fund e Gestor do Fundo Brasil Sustentabilidade do Programa de Desenvolvimento Limpo do BNDES.
Foi Diretor de Sustentabilidade da PricewaterhouseCoopers no Brasil com atuação na América Latina. Atualmente é diretor do Instituto Totum, da Keyassociados e WayCarbon, com foco específico em Carbon Finance e Sustentabilidade empresarial.



