Resultados de Durban: nações investem em tempo, o mundo precisa investir em cidades.
Durban/África do Sul, 12 de Dezembro de 2011- As nações alcançaram finalmente um acordo na Cúpula das Nações Unidas para o Clima, as cidades temem que os resultados de Durban sejam insuficientes para diminuir os avanços do aquecimento global, e que não prevê recursos adequados para ações de adaptação em nível local.
“Os resultados de Durban são um passo significativo em busca de trazer aqueles que negam à volta da pauta do Protocolo de Kyoto.O que é importante para salvar o dia de hoje, mas muito pouco e possivelmente muito tarde para salvar nosso amanhã. Existe um período longo e ameaçador entre hoje e 2020 no qual não haverá acordos internacionais juridicamente vinculados, este é o momento mais crítico para assegurar a transição global de baixa-emissão, desenvolvimento de resiliencia climática” diz Gino Van Begin, Vice- Secretário Geral do ICLEI- Governos Locais pela Sustentabilidade.
Ele acrescenta “É urgente e mais que necessário mobilizar e apoiar ações climáticas ambiciosas de governos locais que tem acelerado suas ações ainda mais rápido que as nações.”.
Enquanto as nações uniram-se nos momentos finais para um acordo, as cidades já haviam demonstrado seu comprometimento à ações climáticas adotando a Carta de Adaptação de Durban, aumentando o número de cidades signatárias ao Pacto da Cidade do México e através do Relatório anual do Registro Climático de Carbono para cidades 2011.
“A Carta de Adaptação de Durban, é um indicador claro de que os impactos das mudanças climáticas podem ser abordados através de desenvolvimento que promova o bem estar humano, que assegure a integridade dos ecossistemas e gere uma nova economia verde, especialmente em nível local, a partir d que uma em duas pessoas no mundo vivem em cidades” fala o Prefeito de Durban James Nxumalo na Convenção de Governos Locais de Durban que reuniu mais de 700 líderes de governos locais e que resultou na histórica Carta de Adaptação de Durban adotada por 114 prefeitos, representando 950 governos locais ao redor do mundo.
A Secretária Geral para Redução de Riscos de Desastres, Representante especial da ONU, Margarta Wahlström dá as boas vindas a Carta de Adaptação de Durban: “É encorajador ver prefeitos de cidades e governos locais avançando e concordando em divulgar adaptações em planos de desenvolvimento de governos locais, independentemente da COP 17” e ainda adicionou “que governos locais são onde o impacto acontece em resposta aos impactos humanos as mudanças climáticas. Nós apoiamos totalmente fundos para cidades, vilas e municípios para registro de suas ações de adaptação.”.
Aclamada pela sociedade civil, inclusive pelo Diretor Executivo do Greenpeace Internacional, Kumi Naidoo, a Carta de Adaptação de Durban é “uma das poucas coisas práticas e positivas que vem de toda COP e este encontro deveria ter sido o centro dela.”
Durban também viu o lançamento do Primeiro Relatório Anual do Pacto Global sobre Mudanças Climáticas- O Pacto da Cidade do México, que foi assinado por 207 cidades e governos locais ao redor do mundo.” O Pacto da Cidade do México mostra não somente comprometimentos sérios de cidades combatendo as mudanças climáticas, mas também ressalta a importância estratégica das cidades para governos nacionais quando se trata de realizações globais- ações impactantes e decisões,” Marcelo Ebrard, Prefeito da Cidade do México e Presidente do Conselho Mundial de Prefeitos sobre Mudanças Climáticas.
Além de demonstrações políticas de comprometimento, cidades também têm apresentado resultados tangíveis de suas ações. O Relatório Anual de 2011 do Registro Climático de Carbono de Cidades (cCCR) foi lançado em Durban e reúne 107 acordos de energia e clima, 90 inventários de gases de efeito estufa essa quantia contribui para comunidade anual de emissões de GEE de 447 milhões de tCO2e, e 555 ações de 51 cidades e 19 países.
A Secretária Executiva da CQNUMC, Christiana Figueres mostra seu apoio ao cCCR: “ Muitas outras cidades e administrações locais e regionais podem se inspirar a agir e reportar ao Registro Climático de Carbono de Cidades. Tão importante quanto, governos nacionais podem ser encorajados a avançar na luta de mudanças climáticas mais ambiciosamente e em maior escala”.
As cidades alcançaram reconhecimento5 como “públicos de interesse governamentais”, em 2010 em Cancun, desde então vem mostrando liderança na luta contra mudanças climáticas. No entanto, Carlos Westendorp, o Secretário Geral dos estados no Clube de Madrid “para continuar nesta luta de maneira efetiva, ações climáticas locais merecem reconhecimento total.”
Os resultados de Durban só iam em partes pos esta estrada como cidades pedem por representação adequada no Fundo Climático Verde, o Comitê de Adaptação e o Comitê Executivo de Tecnologia.
“Neste acompanhamento a Durban, o momento mais crítico será a RIO+20, que foca particularmente em aumentar a governança institucional para o desenvolvimento sustentável. Vamos continuar a defender as cidades e governos locais que precisam ser devidamente representados, engajados e recursos desta maneira desafios de mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável podem ser vencidos nas cidades” concluiu Gino van Begin.
“Os resultados de Durban são um passo significativo em busca de trazer aqueles que negam à volta da pauta do Protocolo de Kyoto.O que é importante para salvar o dia de hoje, mas muito pouco e possivelmente muito tarde para salvar nosso amanhã. Existe um período longo e ameaçador entre hoje e 2020 no qual não haverá acordos internacionais juridicamente vinculados, este é o momento mais crítico para assegurar a transição global de baixa-emissão, desenvolvimento de resiliencia climática” diz Gino Van Begin, Vice- Secretário Geral do ICLEI- Governos Locais pela Sustentabilidade.
Ele acrescenta “É urgente e mais que necessário mobilizar e apoiar ações climáticas ambiciosas de governos locais que tem acelerado suas ações ainda mais rápido que as nações.”.
Enquanto as nações uniram-se nos momentos finais para um acordo, as cidades já haviam demonstrado seu comprometimento à ações climáticas adotando a Carta de Adaptação de Durban, aumentando o número de cidades signatárias ao Pacto da Cidade do México e através do Relatório anual do Registro Climático de Carbono para cidades 2011.
“A Carta de Adaptação de Durban, é um indicador claro de que os impactos das mudanças climáticas podem ser abordados através de desenvolvimento que promova o bem estar humano, que assegure a integridade dos ecossistemas e gere uma nova economia verde, especialmente em nível local, a partir d que uma em duas pessoas no mundo vivem em cidades” fala o Prefeito de Durban James Nxumalo na Convenção de Governos Locais de Durban que reuniu mais de 700 líderes de governos locais e que resultou na histórica Carta de Adaptação de Durban adotada por 114 prefeitos, representando 950 governos locais ao redor do mundo.
A Secretária Geral para Redução de Riscos de Desastres, Representante especial da ONU, Margarta Wahlström dá as boas vindas a Carta de Adaptação de Durban: “É encorajador ver prefeitos de cidades e governos locais avançando e concordando em divulgar adaptações em planos de desenvolvimento de governos locais, independentemente da COP 17” e ainda adicionou “que governos locais são onde o impacto acontece em resposta aos impactos humanos as mudanças climáticas. Nós apoiamos totalmente fundos para cidades, vilas e municípios para registro de suas ações de adaptação.”.
Aclamada pela sociedade civil, inclusive pelo Diretor Executivo do Greenpeace Internacional, Kumi Naidoo, a Carta de Adaptação de Durban é “uma das poucas coisas práticas e positivas que vem de toda COP e este encontro deveria ter sido o centro dela.”
Durban também viu o lançamento do Primeiro Relatório Anual do Pacto Global sobre Mudanças Climáticas- O Pacto da Cidade do México, que foi assinado por 207 cidades e governos locais ao redor do mundo.” O Pacto da Cidade do México mostra não somente comprometimentos sérios de cidades combatendo as mudanças climáticas, mas também ressalta a importância estratégica das cidades para governos nacionais quando se trata de realizações globais- ações impactantes e decisões,” Marcelo Ebrard, Prefeito da Cidade do México e Presidente do Conselho Mundial de Prefeitos sobre Mudanças Climáticas.
Além de demonstrações políticas de comprometimento, cidades também têm apresentado resultados tangíveis de suas ações. O Relatório Anual de 2011 do Registro Climático de Carbono de Cidades (cCCR) foi lançado em Durban e reúne 107 acordos de energia e clima, 90 inventários de gases de efeito estufa essa quantia contribui para comunidade anual de emissões de GEE de 447 milhões de tCO2e, e 555 ações de 51 cidades e 19 países.
A Secretária Executiva da CQNUMC, Christiana Figueres mostra seu apoio ao cCCR: “ Muitas outras cidades e administrações locais e regionais podem se inspirar a agir e reportar ao Registro Climático de Carbono de Cidades. Tão importante quanto, governos nacionais podem ser encorajados a avançar na luta de mudanças climáticas mais ambiciosamente e em maior escala”.
As cidades alcançaram reconhecimento5 como “públicos de interesse governamentais”, em 2010 em Cancun, desde então vem mostrando liderança na luta contra mudanças climáticas. No entanto, Carlos Westendorp, o Secretário Geral dos estados no Clube de Madrid “para continuar nesta luta de maneira efetiva, ações climáticas locais merecem reconhecimento total.”
Os resultados de Durban só iam em partes pos esta estrada como cidades pedem por representação adequada no Fundo Climático Verde, o Comitê de Adaptação e o Comitê Executivo de Tecnologia.
“Neste acompanhamento a Durban, o momento mais crítico será a RIO+20, que foca particularmente em aumentar a governança institucional para o desenvolvimento sustentável. Vamos continuar a defender as cidades e governos locais que precisam ser devidamente representados, engajados e recursos desta maneira desafios de mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável podem ser vencidos nas cidades” concluiu Gino van Begin.

