Cidades de todo o Mundo assinam compromisso histórico sobre ações de adaptação climática
Lançado em 4 de Dezembro de 2011, as 20:00 horas
Durban/África do Sul - Foi feito história hoje quando 114 prefeitos e outros líderes locais eleitos, representando mais de 950 governos locais de todo o mundo, uniram-se na assinatura da Carta de Adaptação de Durban, um compromisso político com objetivo de aumentar a resiliência local para mudanças climáticas - rumo a COP 17 e além, que aconteceu em evento paralelo a CQNUMC COP 17 e atraiu mais de 700 participantes para o eThekwini City Hall, entre os dias 2 e 4 de dezembro, a Conferência de Governos Locais de Durban, que foi organizada pelo ICLEI- Governos Locais pela Sustentabilidade, Departamento sulafricano de Assuntos sobre o meio ambiente, Associação Africana de Governos Locais (SALGA), A rede de cidades Sulafricana (SACN) também pelo o município de eThekwini.
Após estas deliberações na Câmara do Conselho de Durban, como proposto pelo prefeito de Kisumu, Kenya, e destacado pelo Estado de Lagos, governos de todo mundo movimentaram-se para que a Carta de Adaptação de Durban fosse aceita por unanimidade. Prefeitos, Governadores e Prefeitos de associações de governos locais de lugares tão distantes como Bangkok na Tailândia, para Vancouver no Canadá, de Johannesburg na África do Sul para Quito no Equador, juntaram-se com 24 outros países para fazer este compromisso inovador entre governos locais, urgente, decisivo, mensurável, reportável e verificável (MRV) acordos climáticos. Por meio de associações nacionais, grande número de governos locais da Tanzânia, Noruega, Namíbia, Ilhas Maurício, Nigéria e África do Sul, também estão juntando-se e apoiando esta Carta.
Assinando a Carta, governos locais comprometeram-se a níveis inéditos de ações climáticas locais para:
· Adaptação como corrente principal e chave informativa de todos planos de desenvolvimento de governos locais.
· Assegurar que essas estratégias de adaptação estejam alinhadas com as estratégias de mitigação.
· Promover o uso de adaptação que reconheça as necessidades de comunidades vulneráveis e assegure o desenvolvimento econômico local sustentável.
· Buscar mecanismos inovadores de financiamento, etc.
O prefeito de Durban, James Nxumalo, foi quem liderou a assinatura da Carta e declarou: “Governos Locais de todo o mundo fizeram história hoje se comprometendo a aumentar medidas de adaptação por meio da assinatura da Carta de adaptação de Durban. A Carta é um indicador claro de que os impactos nas mudanças climáticas podem ser guiados somente por meio de desenvolvimento que promova o bem-estar humano, que assegure a integridade do ecossistema e promova uma nova economia verde. Foi apropriado que a retomada deste desafio se deu em solo africano, dada à vulnerabilidade de nosso continente quanto a mudanças climáticas; e em Durban, a cidade que tornou-se líder no campo de adaptação a mudanças climáticas.” O Prefeito Nxumalo foi designado pelos signatários a apresentar a Carta de Adaptação de Durban para segmentos de alto nível da CQUNUMC COP17.
O Reconhecimento Internacional crescente de governos locais como atores fundamentais na agenda climática mundial foi testemunhado pela participação de muitos painelistas diferenciados, como o Dr. Rajendra Pachauri, Presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas; 6 Minitros do Governo Sul africano; e o Presidente da África do Sul, HE Jacob Zuma, que declarou: “Municípios em desenvolvimento não devem esperar por enchentes que os surpreenda, secas extremas ou incêndios - precisamos começar a investigar hoje para um amanhã mais seguro, priorizando o estabelecimento de estruturas de administração de desastres em todas as esferas de governo”.
O presidente Zuma desejou que representantes de governos locais estabelecessem trabalhos produtivos e enfatizassem a importância global e do calendário estratégico do evento.
Comprometendo-se com a Carta de Adaptação de Durban, as cidades demonstraram ainda mais seu desejo político em enfrentar as mudanças climáticas, comprometendo-se a aumentar sua capacidade de adaptação e gerar maior resiliencia face a escalada das mudanças climáticas. Isto foi enfatizado pelo presidente do ICLEI, David Cadman, Vice - Prefeito de Vancouver no Canadá, quando declarou “este comprometimento de governos locais e subnacionais complementa o Pacto de Cidades Globais pelo Clima - O Pacto da Cidade do México, liderado pelo prefeito Marcelo Ebrard da Cidade do México, por meio de que eles medem, reportam e verificam as reduções de emissão de gases de efeito estufa, mitigação climática e adaptação, comprometimento e ações. Este pacto, juntamente com o momento de grande importantancia da Carta de Adaptação de Durban, lidera ações locais e coletivas neste momento histórico onde infelizmente não há indicações com credibilidade que nossas nações estejam aptas a alcançar o acordo global na COP17. Nossas cidades não podem esperar pelas partes da COP. Estamos em momento decisivo de ganha ou perda da batalha contra mudanças climáticas e nós, governos os mais próximos da população, sabemos que neste momento precisamos tomar ações coletivas.”
Durban/África do Sul - Foi feito história hoje quando 114 prefeitos e outros líderes locais eleitos, representando mais de 950 governos locais de todo o mundo, uniram-se na assinatura da Carta de Adaptação de Durban, um compromisso político com objetivo de aumentar a resiliência local para mudanças climáticas - rumo a COP 17 e além, que aconteceu em evento paralelo a CQNUMC COP 17 e atraiu mais de 700 participantes para o eThekwini City Hall, entre os dias 2 e 4 de dezembro, a Conferência de Governos Locais de Durban, que foi organizada pelo ICLEI- Governos Locais pela Sustentabilidade, Departamento sulafricano de Assuntos sobre o meio ambiente, Associação Africana de Governos Locais (SALGA), A rede de cidades Sulafricana (SACN) também pelo o município de eThekwini.
Após estas deliberações na Câmara do Conselho de Durban, como proposto pelo prefeito de Kisumu, Kenya, e destacado pelo Estado de Lagos, governos de todo mundo movimentaram-se para que a Carta de Adaptação de Durban fosse aceita por unanimidade. Prefeitos, Governadores e Prefeitos de associações de governos locais de lugares tão distantes como Bangkok na Tailândia, para Vancouver no Canadá, de Johannesburg na África do Sul para Quito no Equador, juntaram-se com 24 outros países para fazer este compromisso inovador entre governos locais, urgente, decisivo, mensurável, reportável e verificável (MRV) acordos climáticos. Por meio de associações nacionais, grande número de governos locais da Tanzânia, Noruega, Namíbia, Ilhas Maurício, Nigéria e África do Sul, também estão juntando-se e apoiando esta Carta.
Assinando a Carta, governos locais comprometeram-se a níveis inéditos de ações climáticas locais para:
· Adaptação como corrente principal e chave informativa de todos planos de desenvolvimento de governos locais.
· Assegurar que essas estratégias de adaptação estejam alinhadas com as estratégias de mitigação.
· Promover o uso de adaptação que reconheça as necessidades de comunidades vulneráveis e assegure o desenvolvimento econômico local sustentável.
· Buscar mecanismos inovadores de financiamento, etc.
O prefeito de Durban, James Nxumalo, foi quem liderou a assinatura da Carta e declarou: “Governos Locais de todo o mundo fizeram história hoje se comprometendo a aumentar medidas de adaptação por meio da assinatura da Carta de adaptação de Durban. A Carta é um indicador claro de que os impactos nas mudanças climáticas podem ser guiados somente por meio de desenvolvimento que promova o bem-estar humano, que assegure a integridade do ecossistema e promova uma nova economia verde. Foi apropriado que a retomada deste desafio se deu em solo africano, dada à vulnerabilidade de nosso continente quanto a mudanças climáticas; e em Durban, a cidade que tornou-se líder no campo de adaptação a mudanças climáticas.” O Prefeito Nxumalo foi designado pelos signatários a apresentar a Carta de Adaptação de Durban para segmentos de alto nível da CQUNUMC COP17.
O Reconhecimento Internacional crescente de governos locais como atores fundamentais na agenda climática mundial foi testemunhado pela participação de muitos painelistas diferenciados, como o Dr. Rajendra Pachauri, Presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas; 6 Minitros do Governo Sul africano; e o Presidente da África do Sul, HE Jacob Zuma, que declarou: “Municípios em desenvolvimento não devem esperar por enchentes que os surpreenda, secas extremas ou incêndios - precisamos começar a investigar hoje para um amanhã mais seguro, priorizando o estabelecimento de estruturas de administração de desastres em todas as esferas de governo”.
O presidente Zuma desejou que representantes de governos locais estabelecessem trabalhos produtivos e enfatizassem a importância global e do calendário estratégico do evento.
Comprometendo-se com a Carta de Adaptação de Durban, as cidades demonstraram ainda mais seu desejo político em enfrentar as mudanças climáticas, comprometendo-se a aumentar sua capacidade de adaptação e gerar maior resiliencia face a escalada das mudanças climáticas. Isto foi enfatizado pelo presidente do ICLEI, David Cadman, Vice - Prefeito de Vancouver no Canadá, quando declarou “este comprometimento de governos locais e subnacionais complementa o Pacto de Cidades Globais pelo Clima - O Pacto da Cidade do México, liderado pelo prefeito Marcelo Ebrard da Cidade do México, por meio de que eles medem, reportam e verificam as reduções de emissão de gases de efeito estufa, mitigação climática e adaptação, comprometimento e ações. Este pacto, juntamente com o momento de grande importantancia da Carta de Adaptação de Durban, lidera ações locais e coletivas neste momento histórico onde infelizmente não há indicações com credibilidade que nossas nações estejam aptas a alcançar o acordo global na COP17. Nossas cidades não podem esperar pelas partes da COP. Estamos em momento decisivo de ganha ou perda da batalha contra mudanças climáticas e nós, governos os mais próximos da população, sabemos que neste momento precisamos tomar ações coletivas.”

