50 países assinam acordo global de REDD+ em Oslo. Importância do papel dos Estados e Municípios é ressaltada
No dia 27 de maio, na Noruega, foi finalmente celebrado o documento denominado Parceria Florestal Global de REDD+ por 50 países, tão esperado desde Copenhague, para dar escala às atividades e programas de REDD+, prevendo o aumento do financiamento para este fim.
A concretização da Parceria renovou as esperanças e a confiança na vontade política dos Estados em combater o aquecimento global depois da frustração da última COP em Copenhague. A Parceria foi na verdade uma consequência do Acordo de Copenhague, que apesar de não ser legalmente vinculante, previu financiamentos para o período de 2010-2012 e enfatizou o papel crucial de REDD+ para mitigação das mudanças climáticas. A celebração da Parceria demonstrou que Acordo de Copenhague não foi apenas um papel assinado contendo boas intenções, mas sim uma sinalização de futuras ações concretas como esta. Enquanto o tão esperado Acordo Climático Vinculante pós 2012 não é desenvolvido e consensuado pela ONU, pelo menos no campo de REDD+, estamos vendo progresso e demonstração de um notável exemplo de cooperação multilateral.
Entre as celebridades presentes na Conferência de Floresta e Clima de Oslo, havia a ganhadora do Prêmio Nobel Wangari Matai, o Presidente da Indonésia, da Guiana, Primeiro Ministro da Noruega, Príncipe Charles entre outros Presidentes e Primeiro Ministros, sendo que a delegação brasileira contou com a Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira acompanhada de representantes do Ministério do Meio Ambiente e do Itamaraty.
A Parceria prevê a coordenação das iniciativas bilaterais e multilaterais de REDD+, criando uma base de dados transparente e acessível, para melhor coordenar esforços entre várias iniciativas de REDD+ globais (UNREDD, FCPF, FIP etc.), identificando lacunas e evitando sobreposição de investimento. O Fundo Amazônia será também analisado pela Parceria e terá seus dados incluídos neste banco de dados. O Secretariado da UNREDD e FCPF prestará serviços para secretariar a Parceria, uma vez que não será criado nenhum novo órgão ou instituição. A Parceria terá 4 presidentes em rotação, Brasil, Indonésia, Papa Nova Guiné e França e a Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira ofereceu para recepcionar o próximo encontro em julho deste ano.
Foi reforçado pelo IPAM, que participou como representante da sociedade civil latino americana e caribenha do Conselho Normativo do Programa da ONU de REDD (UNREDD), a importância de haver a participação de todos os setores da sociedade principalmente o setor privado produtor de commodities para combater as forças motrizes de REDD+ e o papel dos Estados e Municípios nas atividades de REDD+.
Fonte: IPAM
A concretização da Parceria renovou as esperanças e a confiança na vontade política dos Estados em combater o aquecimento global depois da frustração da última COP em Copenhague. A Parceria foi na verdade uma consequência do Acordo de Copenhague, que apesar de não ser legalmente vinculante, previu financiamentos para o período de 2010-2012 e enfatizou o papel crucial de REDD+ para mitigação das mudanças climáticas. A celebração da Parceria demonstrou que Acordo de Copenhague não foi apenas um papel assinado contendo boas intenções, mas sim uma sinalização de futuras ações concretas como esta. Enquanto o tão esperado Acordo Climático Vinculante pós 2012 não é desenvolvido e consensuado pela ONU, pelo menos no campo de REDD+, estamos vendo progresso e demonstração de um notável exemplo de cooperação multilateral.
Entre as celebridades presentes na Conferência de Floresta e Clima de Oslo, havia a ganhadora do Prêmio Nobel Wangari Matai, o Presidente da Indonésia, da Guiana, Primeiro Ministro da Noruega, Príncipe Charles entre outros Presidentes e Primeiro Ministros, sendo que a delegação brasileira contou com a Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira acompanhada de representantes do Ministério do Meio Ambiente e do Itamaraty.
A Parceria prevê a coordenação das iniciativas bilaterais e multilaterais de REDD+, criando uma base de dados transparente e acessível, para melhor coordenar esforços entre várias iniciativas de REDD+ globais (UNREDD, FCPF, FIP etc.), identificando lacunas e evitando sobreposição de investimento. O Fundo Amazônia será também analisado pela Parceria e terá seus dados incluídos neste banco de dados. O Secretariado da UNREDD e FCPF prestará serviços para secretariar a Parceria, uma vez que não será criado nenhum novo órgão ou instituição. A Parceria terá 4 presidentes em rotação, Brasil, Indonésia, Papa Nova Guiné e França e a Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira ofereceu para recepcionar o próximo encontro em julho deste ano.
Foi reforçado pelo IPAM, que participou como representante da sociedade civil latino americana e caribenha do Conselho Normativo do Programa da ONU de REDD (UNREDD), a importância de haver a participação de todos os setores da sociedade principalmente o setor privado produtor de commodities para combater as forças motrizes de REDD+ e o papel dos Estados e Municípios nas atividades de REDD+.
Fonte: IPAM

