Porto Alegre Inclui Energia Solar e Reúso da Água no Programa Minha Casa Minha Vida
Foram aprovadas em Porto Alegre, no início do mês de dezembro, duas emendas ao projeto de lei do Executivo que institui o Programa Minha Casa Minha Vida, destinado a viabilizar a construção de moradias populares.
Um dos ajustes determina que os empreendimentos serão inseridos no Programa de Conservação, Uso Racional e Reaproveitamento das Águas, instituído na cidade com a Lei 10.506, de 2008. Entre outros itens, a medida prevê a captação, armazenamento e utilização da água da chuva.
A segunda proposta acatada prevê que as residências deverão adotar prioritariamente sistemas de energia solar para aquecimento da água.
Além dos benefícios ambientais, o vereador autor das emendas, Beto Moesch, cita as vantagens econômicas proporcionadas pelos mecanismos. "Em outros municípios do país onde essas tecnologias já são utilizadas, há uma redução de até 50% nas contas de água e luz, desonerando o orçamento das famílias de baixa renda. Isso facilita a manutenção das casas, evitando que essas pessoas acabem voltando às habitações clandestinas por não conseguirem arcar com as despesas de um lar, o que é comum", lembra.
Apesar de o Programa Minha Casa Minha Vida ser do governo federal, as emendas citadas são uma iniciativa do município de Porto Alegre, válidas apenas no âmbito local. Há, no entanto, a expectativa de seja aprovada uma portaria federal, em trâmite, que ampliaria a aplicação de ações parecidas para o país inteiro.
Porto Alegre é uma comunidade modelo da Rede Elo, uma iniciativa ICLEI, que tem como objetivo de promover a geração e uso de energia de fontes renováveis e eficiência energética, com foco nos papéis e responsabilidades de governos locais como força motriz para inovação tecnológica e investimento em desenvolvimento sustentável. Esta iniciativa é apoiada pelo Ministério Federal da Alemanha para Cooperação e Desenvolvimento Econômico e pela GTZ.
* Adaptação de notícia disponível no site www.betomoesch.com.br/portal/modules/news/article.php
Um dos ajustes determina que os empreendimentos serão inseridos no Programa de Conservação, Uso Racional e Reaproveitamento das Águas, instituído na cidade com a Lei 10.506, de 2008. Entre outros itens, a medida prevê a captação, armazenamento e utilização da água da chuva.
A segunda proposta acatada prevê que as residências deverão adotar prioritariamente sistemas de energia solar para aquecimento da água.
Além dos benefícios ambientais, o vereador autor das emendas, Beto Moesch, cita as vantagens econômicas proporcionadas pelos mecanismos. "Em outros municípios do país onde essas tecnologias já são utilizadas, há uma redução de até 50% nas contas de água e luz, desonerando o orçamento das famílias de baixa renda. Isso facilita a manutenção das casas, evitando que essas pessoas acabem voltando às habitações clandestinas por não conseguirem arcar com as despesas de um lar, o que é comum", lembra.
Apesar de o Programa Minha Casa Minha Vida ser do governo federal, as emendas citadas são uma iniciativa do município de Porto Alegre, válidas apenas no âmbito local. Há, no entanto, a expectativa de seja aprovada uma portaria federal, em trâmite, que ampliaria a aplicação de ações parecidas para o país inteiro.
Porto Alegre é uma comunidade modelo da Rede Elo, uma iniciativa ICLEI, que tem como objetivo de promover a geração e uso de energia de fontes renováveis e eficiência energética, com foco nos papéis e responsabilidades de governos locais como força motriz para inovação tecnológica e investimento em desenvolvimento sustentável. Esta iniciativa é apoiada pelo Ministério Federal da Alemanha para Cooperação e Desenvolvimento Econômico e pela GTZ.
* Adaptação de notícia disponível no site www.betomoesch.com.br/portal/modules/news/article.php

