Em documento internacional, empresários brasileiros pedem acordo climático que favoreça economia de baixo carbono
Comunicado foi entregue hoje, 21/09, na reunião prévia à COP-15 em Nova Iorque. Iniciativa tem apoio do programa Empresas pelo Clima- EPC
São Paulo – 21.9.09 - Líderes empresariais brasileiros que estão na vanguarda das iniciativas mundiais pela redução dos gases do efeito estufa, mitigação e adaptação às mudanças climáticas assinaram um documento internacional entregue hoje, 21 de setembro, em Nova Iorque durante a cúpula da ONU que antecede a Conferência do Clima em Copenhague – COP15. O Comunicado de Copenhague sobre Mudanças Climáticas apela para um “acordo mundial ambicioso, robusto e equitativo que responda de maneira realista à escala e à urgência das crises que o mundo enfrenta atualmente”. O documento tem ainda o aval de empresas da Europa e dos Estados Unidos.
A iniciativa partiu do Grupo de Líderes Corporativos sobre Mudanças Climáticas (CLG, na sigla em Inglês), organizado pelo Programa de Liderança Sustentável Príncipe de Gales, da Universidade de Cambridge. O CLG foi o primeiro a reunir as empresas em comunicados semelhantes pedindo ações políticas pelo clima.
Pelo Brasil, assinam os presidentes da Vale, Natura, O Boticário, Bioenergia Cogeradora S/A, Estratégias Nacionais, entre outros (veja lista completa abaixo*). O país também se integra a esse movimento mundial por meio do programa Empresas pelo Clima – EPC, uma plataforma nacional que discutirá propostas concretas para colaborar com a construção da economia de baixo carbono e estabelecer marcos regulatórios que definirão os próximos passos no processo de adaptação às mudanças climáticas.
“Embora o lançamento seja posterior à cúpula de Nova Iorque, achamos imprescindível aliar o empresariado nacional nesta iniciativa que visa forçar os líderes políticos do mundo todo a assumirem compromissos reais e imediatos pela mitigação das mudanças climáticas. Elas afetarão a todos indistintamente. Os empresários brasileiros estão atentos ao problema e enxergam na crise climática global formas de operar dentro de uma nova economia, baseada em baixas emissões de gases do efeito estufa”, afirma Juarez Campos, coordenador de Sustentabilidade Global do GVces e um dos responsáveis pela implementação do EPC.
Segundo ele, o amadurecimento do empresariado brasileiro a partir deste ano deixa claro que o tema passa a interessar ao segmento econômico, que poderá sofrer prejuízos extraordinários com as alterações do clima em escala global. “Todavia, há perspectiva de que a economia de baixo carbono também seja uma forma de ajudar a reestruturar o sistema econômico mundial, mas em bases sustentáveis”, analisa.
Com a adesão ao Comunicado de Copenhague sobre Mudanças Climáticas, o setor econômico nacional amplia o seu posicionamento e reafirma os compromissos ante à crise que afeta o planeta.
*Lista dos signatários no Brasil
Vale
Bioenergia Cogeradora S/A
Natura Cosméticos S/A
Estratégias Nacionais
O Boticário
Palmassola S/A- Madeiras e Agricultura
Famossul Móveis S/A
Banco Triângulo SA
Visão Sustentável
Copagaz Distribuidora de Gás Ltda.
Magliano S/A CCVM
São Paulo – 21.9.09 - Líderes empresariais brasileiros que estão na vanguarda das iniciativas mundiais pela redução dos gases do efeito estufa, mitigação e adaptação às mudanças climáticas assinaram um documento internacional entregue hoje, 21 de setembro, em Nova Iorque durante a cúpula da ONU que antecede a Conferência do Clima em Copenhague – COP15. O Comunicado de Copenhague sobre Mudanças Climáticas apela para um “acordo mundial ambicioso, robusto e equitativo que responda de maneira realista à escala e à urgência das crises que o mundo enfrenta atualmente”. O documento tem ainda o aval de empresas da Europa e dos Estados Unidos.
A iniciativa partiu do Grupo de Líderes Corporativos sobre Mudanças Climáticas (CLG, na sigla em Inglês), organizado pelo Programa de Liderança Sustentável Príncipe de Gales, da Universidade de Cambridge. O CLG foi o primeiro a reunir as empresas em comunicados semelhantes pedindo ações políticas pelo clima.
Pelo Brasil, assinam os presidentes da Vale, Natura, O Boticário, Bioenergia Cogeradora S/A, Estratégias Nacionais, entre outros (veja lista completa abaixo*). O país também se integra a esse movimento mundial por meio do programa Empresas pelo Clima – EPC, uma plataforma nacional que discutirá propostas concretas para colaborar com a construção da economia de baixo carbono e estabelecer marcos regulatórios que definirão os próximos passos no processo de adaptação às mudanças climáticas.
“Embora o lançamento seja posterior à cúpula de Nova Iorque, achamos imprescindível aliar o empresariado nacional nesta iniciativa que visa forçar os líderes políticos do mundo todo a assumirem compromissos reais e imediatos pela mitigação das mudanças climáticas. Elas afetarão a todos indistintamente. Os empresários brasileiros estão atentos ao problema e enxergam na crise climática global formas de operar dentro de uma nova economia, baseada em baixas emissões de gases do efeito estufa”, afirma Juarez Campos, coordenador de Sustentabilidade Global do GVces e um dos responsáveis pela implementação do EPC.
Segundo ele, o amadurecimento do empresariado brasileiro a partir deste ano deixa claro que o tema passa a interessar ao segmento econômico, que poderá sofrer prejuízos extraordinários com as alterações do clima em escala global. “Todavia, há perspectiva de que a economia de baixo carbono também seja uma forma de ajudar a reestruturar o sistema econômico mundial, mas em bases sustentáveis”, analisa.
Com a adesão ao Comunicado de Copenhague sobre Mudanças Climáticas, o setor econômico nacional amplia o seu posicionamento e reafirma os compromissos ante à crise que afeta o planeta.
*Lista dos signatários no Brasil
Vale
Bioenergia Cogeradora S/A
Natura Cosméticos S/A
Estratégias Nacionais
O Boticário
Palmassola S/A- Madeiras e Agricultura
Famossul Móveis S/A
Banco Triângulo SA
Visão Sustentável
Copagaz Distribuidora de Gás Ltda.
Magliano S/A CCVM

